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Ministra diz que esporte eletrônico 'não é esporte'



A ministra do Esporte, Ana Moser, afirmou que os esportes eletrônicos, também conhecidos como esports, não devem ser considerados esportes e não receberão investimentos do seu ministério.

A ministra disse que, apesar dos atletas de esports terem uma rotina de treinos, “a Ivete Sangalo treina para dar show e ela não é uma atleta da música”.

O posicionamento da ministra vai na contramão de outros países, como a França. O presidente francês, Emmanuel Macron, disse querer que os esports façam parte dos Jogos Olímpicos de 2024, que serão sediados em Paris. Já os Estados Unidos concedem vistos de atletas para jogadores de esportes eletrônicos desde 2013.

O Brasil é um expoente em várias modalidades eletrônicas em algumas, até mais que França e EUA.

A ministra também defendeu que “o jogo eletrônico não é previsível” e, por isso, não deve ser considerado uma modalidade esportiva. “Ele é desenhado por uma programação digital. É uma programação, ela é fechada. Ela não é aberta como é o esporte”, afirmou.

A Lei Geral do Esporte, que está em tramitação no Senado, aponta que esporte é "toda forma de atividade predominantemente física que, de modo informal ou organizado, tenha por objetivo atividades recreativas, a promoção da saúde, o alto rendimento esportivo ou o entretenimento".

Por não ser predominantemente físico, o esporte eletrônico não se enquadraria nessa lei. O xadrez, por exemplo, se caracteriza como esporte pois tem caráter competitivo, possui regras fixas e está vinculado a Federações e Confederações, cujo papel é o de regulamentar as regras dessa prática.

fonte: superesportes.com.br

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